Lançamento do livro As Peripécias do Destino

Cartaz lançamento livro As peripécias do Destino

No último sábado (06), a Livraria Jaqueira recebeu o lançamento do livro As Peripécias do Destino, de Paulo Henrique Camarotti. O livro conta a história de uma família muito especial. Na ocasião, a psicanalista e coordenadora geral do Ciclos da Vida, Maria do Carmo Camarotti, fez a contação da história para as crianças, pais e convidados presentes.

Contando história Neste link, confira a matéria veiculada no Bom Dia Pernambuco, da Rede Globo, sobre a publicação: http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-pe/t/edicoes/v/livro-narra-historia-de-familia-especial-do-recife/3867364/

Psicanalista Maria do Carmo Camarotti coordena atividade para pais e crianças do espectro autista

No próximo sábado (24 de maio), às 11h,  a psicóloga e psicanalista Maria do Carmo Camarotti estará na Livraria Jaqueira coordenando uma atividade  para pais e crianças  com Transtorno do Espectro Autista ou com algum outro tipo de atraso no desenvolvimento. Será uma  hora totalmente voltada para que todos possam brincar com os filhos em interação com outras crianças e pais. A especialista irá facilitar este processo e contará com ajuda de algumas recreadoras que disponibilizarão materiais.

Esta atividade é fruto de uma parceria do Projeto Ciclos da Vida com a Livraria Jaqueira. A entrada é um material de higiene pessoal para ser doado a um abrigo de idosos. Os interessados devem se inscrever com antecedência com a psicanalista Maria do Carmo Camarotti pelo e-mail contato@ciclosdavida.com ou pelo fone 9908.7282. Vagas limitadas! A Livraria Jaqueira fica na Rua Antenor Navarro, 138, Jaqueira. Telefone: 3265.9455.

Faculdade participa da abertura da I Semana do Bebê de Cabedelo

DestaqueAcolher a criança em seus primeiros anos de vida é a melhor forma de investir no futuro do país. É com esse pensamento que o município de Cabedelo, em parceria com a Ciências Médicas, além de outras instituições, está promovendo a I Semana do Bebê. Com programações que vão de palestras a oficinas, atendimentos e apresentações culturais, o evento pretende voltar os olhares da sociedade para esse período da infância.

O evento de abertura aconteceu nessa segunda-feira, dia 23, e contou com a presença de autoridades municipais bem como do diretor acadêmico da Ciências Médicas, José Luiz Perez, e da psicóloga e professora do curso de Medicina Maria do Carmo Camarotti.

José Luiz Perez destacou a importância da participação da Faculdade no evento. “A Ciências Médicas escolheu Cabedelo para implantar o seu Campus de Medicina e, hoje, digo que estamos muito felizes por participar de um momento tão importante para o município. Esperamos continuar contribuindo para o seu crescimento”.

Palestra

Para dar início à programação da I Semana do Bebê, a psicóloga e professora do curso de Medicina Maria do Carmo Camarotti ministrou a palestra “As atuais perspectivas da primeira infância: saúde, educação e assistência em benefício das crianças de Cabedelo”. Ela falou da importância do olhar voltado para o bebê. “É louvável essa iniciativa de Cabedelo, pois, para se ter um adolescente e um adulto saudável, é preciso voltar os olhares para a infância. Para mim foi muito bom representar a Faculdade em uma questão tão importante.”.

Selo Unicef

Detentor do Selo Unicef, o município de Cabedelo foi convidado a realizar a semana do bebê visando elaborar propostas para essa parcela da população, como explica a articuladora do selo no município, Nadja Araújo. “Nosso objetivo é mobilizar a comunidade, oferecer serviços de qualidade e então elaborar propostas, a partir do que for observado durante esse evento”.

O Selo Unicef Município Aprovado é um reconhecimento internacional que o município pode conquistar pelo resultado dos seus esforços na melhoria da qualidade de vida de crianças e adolescentes.

A representante da Prefeitura Municipal no evento e Chefe de Gabinete de Cabedelo, Rejane Viana, ressaltou a importância deste momento. “Trabalhar a criança é vislumbrar um futuro melhor para Cabedelo. É vislumbrar algo que talvez não seja perceptível em um encontro só, mas no decorrer de todo um trabalho, todo um processo”.

Parceria

Para a articuladora do Selo Unicef, a parceria com a Ciências Médicas foi fundamental para a realização do evento. “Nós procuramos parcerias e a Ciências Médicas nos forneceu dois palestrantes e, ainda, serviços de saúde. A parceria é importante porque a Faculdade já faz parte de nossa cidade e é uma instituição consolidada, que zela pelo seu nome e tem uma abertura grande conosco”, pontuou.

Fonte: Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba

Evento discute postura das escolas diante de alunos com limitações

Paula Arruda, geneticista e diretora da Novo Rumo, ministra palestras durante o encontro (Foto: Tiago Calazans/JC Imagem)

Paula Arruda, geneticista e diretora da Novo Rumo, ministra palestras durante o encontro (Foto: Tiago Calazans/JC Imagem)

A postura das escolas diante dos alunos com síndromes genéticas, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), distúrbios da linguagem e autismo são mote de evento realizado amanhã (4/6) pela Associação Novo Rumo.

A entidade oferece assistência a famílias de crianças portadoras de deficiência procedentes de vários pontos da Região Metropolitana do Recife e de alguns municípios de Pernambuco.

Os assuntos serão abordados dentro do processo de inclusão escolar. O encontro, que será realizado na própria entidade, das 8h às 18h, reunirá vários profissionais que pretendem discutir a temática dos comportamentos desafiantes nas escolas.

Entre os palestrantes, estão a médica geneticista e diretora da Novo Rumo, Paula Arruda, e a terapeuta ocupacional Milene Xavier, além da fonoaudióloga Norma Moura e da psicóloga e psicanalista Maria do Carmo Camarotti.

Durante o evento, haverá também um momento em que as recreadoras Mariana Pontual e Luciana Farias Dias mostram como atividades de divertimento são capazes de auxiliar no processo de aprendizagem.

As atividades se encerram com outra conferência de Paula Arruda, que apresentará a relação da criança e da família com a ida ao psiquiatra.

Serviço:

* As vagas são limitadas, e as inscrições custam R$ 100 (profissionais) e R$ 80 (estudantes e familiares)

* A Associação Novo Rumo fica na Rua Marcionilo Pedroza, 52 – Casa Amarela – Recife/PE

* Mais informações no site da entidade (www.associacaonovorumo.com.br) e pelos telefones 81 3267-0163 / 81 9698-8015

Fonte: Casa Saudável

Rodas de Conversa com pais : Conversando sobre autismo

Data: 13 de abril Horário: 17:00 às 19:00 Local: Empresarial Kronos (auditório) Rua das Pernambucanas, 407 - Graças Coordenação: Maria do Carmo Camarotti Especialista convidada: Dra. Sophie Eickmann (neurologista do desenvolvimento) Inscrição: R$50,00 (individual) R$ 80,00  (grupo de até três familiares)

Estas Rodas de conversa têm como objetivos:

- Possibilitar um espaço onde experiências e sentimentos os mais diversos possam ser compartilhados; - Possibilitar o conhecimento,reflexão e discussão sobre as diferentes abordagens de tratamento para as crianças; - Possibilitar a formação de uma rede de apoio e de convivência entre pais e famílias.

Maiores informações: 9908-7282

Confraria do gagau

Para encarar os desafios da maternidade com mais leveza, trocar figurinhas é fundamental. Em confrarias online ou presenciais, erros e acertos são partilhados

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Amigas de longas datas que pariram na mesma época decidiram cuidar das crias de mãos dadas. Hélia Scheppa/JC Imagem

 

Sabe aquela conversa de que cada parto bem-sucedido traz ao mundo duas novidades: (pelo menos) uma criaturinha lambuzada e uma mãe, por tabela? É clichê, mas é verdade. E por mais que a gestante participe de cursos, leia vorazmente sobre as frágeis e ruidosas maquininhas de fazer cocô e capriche no enxoval, no quarto decorado e no receptivo lúdico todinho, cruzar a risca da maternidade nunca é uma missão fácil. São meses de pouco sono, muito trabalho e fortes emoções.

Sabe aquela conversa de que cada parto bem-sucedido traz ao mundo duas novidades: (pelo menos) uma criaturinha lambuzada e uma mãe, por tabela? É clichê, mas é verdade. E por mais que a gestante participe de cursos, leia vorazmente sobre as frágeis e ruidosas maquininhas de fazer cocô e capriche no enxoval, no quarto decorado e no receptivo lúdico todinho, cruzar a risca da maternidade nunca é uma missão fácil. São meses de pouco sono, muito trabalho e fortes emoções.

Nem todas mágicas e maravilhosas, como passamos a gestação inteira fantasiando. No meio da rotina hercúlea de dar de mamar, botar para arrotar, trocar fralda e colocar para dormir infinitas vezes ao longo do dia, da noite e da madrugada, é humanamente impossível não fraquejar. E para aplacar a fadiga angustiada do pós-parto, nada melhor que uma mão amiga. Aliás, uma mãe amiga. Por que ter filhos é, necessariamente, uma experiência gregária. “Quando a gente compartilha esses momentos, a tensão e a ansiedade diminuem”, avalia a psicóloga Danielle Diniz.

Enquanto ela teoriza sobre o assunto, o que não falta é genitora de primeira viagem colocando em prática a solidariedade materna para pedir e também para dar ajuda enquanto a experiência não vem com o passar dos anos. E na hora de trocar figurinhas, qualquer cenário é válido. Há quem recorra à internet, quem prefira o colinho da mamãe e também quem não abra mão da companhia inseparável das amigas. E, se elas também estiverem às voltas com um bebê dentro de casa, aí é inevitável que a coincidência vire confraria.

Foi o que aconteceu com as amigas Joana Chaves, Luciana Veras, Luciana Teixeira e Rosa Pérez, todas balzaquianas e quase todas mães de primeira viagem. Elas decidiram se unir para chorar e rir juntas da maternidade desde as primeiras semanas de vida de seus rebentos. “Eu e Joana já nos encontrávamos, aí tivemos a ideia de chamar outras amigas que também tinham acabado de parir. Daí em diante, o grupo foi crescendo e já chegamos a reunir 12 mães com suas respectivas crias”, conta Luciana, ou simplesmente Luli, mãe da charmosa Olívia e orgulhosa sócia-fundadora do Encontro dos Bebês.

Nos primeiros meses do grupo, conta Luli, os encontros eram semanais. Mas agora que a licença-maternidade da maioria das integrantes expirou, a periodicidade das reuniões passou a ser mensal. Elas garantem, no entanto, que não desistirão nem tão cedo do fórum de discussão e lazer que criaram. “Às vezes a gente fala de fralda, às vezes de cólica, de amamentação, de sopinha, de maridos, de política, de futebol, de tudo. Afinal, ninguém é só mãe na vida”, diz Luciana, traduzindo com humor a filosofia do consórcio de amigas parideiras. Mais que trocar dicas de pomadas eficientes e pediatras camaradas, elas conseguiram animar o claustro dos primeiros meses de vida do bebê com doses constantes de coletividade. “Não suportaria ficar enfurnada em casa, endoidando sozinha por seis meses”, desabafa Luciana Teixeira, mãe da gorduchinha irresistível Lis. Aos cinco meses de vida, a bebê já tem uma patota para chamar de sua, da qual fazem parte ainda os rechonchudos Antonio Freire, Beatriz Pinheiro, Bento Leão, Celeste Laporte, Helena Markman, Helena de Albuquerque, Lara Pessoa, Luis Glasner, Olga Dornelles, Pedro Lapa e Theo de Mello. Outros membros efetivos e afetivos que fazem questão de ser citados são os pais. “Esse período não é angustiante só para as mães não. A gente até pode estar trabalhando, mas também só fala em fraldas e adjacências”, brinca Thiago Marinho, agora mais conhecido como “o pai de Olívia”.

Até para as agruras da amamentação, a solidariedade pode ser a saída. Tanto que o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip) decidiu criar o Grupo de Mães Monitoras em Aleitamento Materno, formado por 25 genitoras voluntárias, que foram treinadas para orientar mulheres em suas comunidades durante a amamentação. “As mães chegam a confiar mais nessas monitoras que em seus próprios médicos”, diz a pediatra Vilneide Braga, coordenadora do Banco de Leite do hospital, que não vê nada de estranho nisso. Às vezes, diz, tudo que uma mãe precisa é do colo de outra.

ONLINE Mas e quando a dúvida e/ou o desmantelamento acometem as mães bem no meio da madrugada? O jeito é recorrer à internet. E, uma vez online, pelo menos 60 recifenses com filhos de poucas semanas em diante vão direto para a comunidade A Louca da Fralda, fundada há pouco mais de um ano pela publicitária Juliana Lisboa, 36. “Minha filha tinha acabado de nascer e eu me pegava cheia de dúvidas com relação a amamentação, sono, cólicas. Percebi que não era a única mãe indócil naquele momento e decidi trocar experiência pelo Facebook.”

Deu tão certo, que a comunidade não parou de crescer até hoje. E sabe por quê? Juliana tem a resposta na ponta da língua: “As mães são solidárias. E amostradas. Adoram falar dos filhos e nunca dispensam uma troca de informação. Acho que faz parte do instinto maternal.”

Aparece de tudo nos temas debatidos com afinco na comunidade. “Cólicas, por exemplo, estão sempre em pauta.” Mas, no presente momento, as babás, na verdade, a falta delas é, disparado, o assunto que mais angustia a mulherada online. Outra fonte de estresse para muita gente são os pitacos que vêm do galho de cima da árvore genealógica. “Esse conflito é comum, porque muitas avós querem que as mães cuidem da criança da mesma forma como elas cuidaram dos próprios filhos.

O choque entre a orientação do pediatra e das avós é inevitável”, diz a psicanalista Maria do Carmo Camarotti, do Centro de Formação e Acompanhamento Ciclos da Vida, que promove reuniões regulares com pais, avós e cuidadores de crianças para orientar na árdua missão de educar.

Segundo ela, a prova de que a maternidade é um papel social que exige muita interação é a atração irresistível que uma mãe tem pela outra. “Na sala de espera do médico e até em salão de beleza, a educação dos filhos e as dificuldades em lidar com aspectos do desenvolvimento deles são naturalmente debatidas”, avalia.

Para a publicitária Daniela Koury, 35, falar da cria chega a ser indispensável. Tanto que ela já participava de quatro comunidades de mães online – entre elas A Louca da Fralda – e, como se não bastasse, criou mais uma este ano: a Diversão para a Criançada, também no Facebook. “A proposta é que os membros postem dicas e sugestões de programas ou lugares legais para crianças no Recife”, explica Dani, que avisa: o “serviço” estreou este ano e já reúne 87 membros.

Além de opções de lazer as mais diversas para o filho Luca, 2, o que Dani descobriu online é que a maternidade ensina a ser gente e a ser cidadão. “Passamos a praticar e apreciar mais a coletividade, a construção conjunta e aprendemos o quanto não sabemos quase nada da vida”, afirma. Olhando por outro ângulo, talvez as confrarias do leite estejam aí para mostrar o quanto temos a aprender com nossos semelhantes, antes, durante e após o puerpério.

Fonte: JC Online - Suplementos

Rodas de conversa sobre autismo possibilitam troca de experiência

O centro de formação e acompanhamento Ciclos da Vida, no Recife, que tem como objetivo auxiliar pais, famílias e profissionais a lidar com a tarefa de educar e cuidar, promove rodas de conversa sobre o transtorno do espectro autista neste primeiro semestre de 2012.

O autismo é um transtorno invasivo do desenvolvimento (TID) que acomete 0,5% da população em geral.

Se considerarmos todo o espectro autista, que inclui vários outros distúrbios da família do autismo em graus variados, esse percentual chega a 1%. É muito importante a gente propagar que autismo nada tem a ver com psicose. O transtorno propriamente dito atinge o desenvolvimento afetivo, social e cognitivo da criança.

Através de suporte familiar, psicopedagógico, terapêutico e medicamentoso, a criança e o adulto com autismo podem ganhar bem mais qualidade de vida.

É justamente esse o mote dos encontros do Ciclos da Vida. Em cada conversa, é ofericido à família um momento de troca de experiências e sentimentos. A ocasião também é uma ponte que leva ao conhecimento, à reflexão e à discussão sobre as diferentes abordagens de tratamento para crianças que convivem com autismo ou apresentam traços do espectro autista.

As discussões também servem para promover a formação de uma rede de apoio e de convivência entre pais e famílias.

A cada encontro, um profissional é convidado para discutir sobre pontos sobre o transtorno do espectro autista que ainda se encontram obscuros para os pais e familiares.

No dia 13 de abril, a roda de conversa será coordenada pela neurologista do desenvolvimento Sophie Eickmann. Já em 11 de maio, a fonoaudióloga Adriana Guerra de Castro e a terapeuta ocupacional Ana Cláudia Lima ficarão à frente do debate. E no dia 8 de junho, a pediatra Haiana Charifker organizará as trocas de ideias sobre o tema.

Serviço:

Rodas de conversa sobre transtorno do espectro autista

Local: Ciclos da Vida – Rua das Pernambucanas, 407, sala 608 – Graças – Recife/PE

Inscrição: R$ 50 cada encontro

Informações: 81 3074-0756 / 81 9908-7282 / 81 9965-5691 / www.ciclosdavida.com

Fonte: Ciclos da Vida