Depoimentos sobre a II Jornada Ciclos da Vida

Parabenizando a equipe do Ciclos da Vida pela realização da II Jornada. O evento foi maravilhoso, desde a organização até a escolha dos temas e dos palestrantes. Espero em breve participar de outro evento pelo Ciclos. (Adriana Vieira do Nascimento Silva, psicóloga)

Participar do evento do Ciclos da Vida incluiu: preparo científico, espiritual (o que pode mudar para melhor nas pessoas que assistirem minha palestra). Foi alegria rever amigos. Foi um marco para mim, que tanto acredito na multidisciplinaridade em saúde: colegas de Medicina, Psicologia, Psicanálise. Despertar os ainda adormecidos para temas como a Psicossomática em crianças e Adolescentes, ampliar o olhar sobre o sofrimento dos que estão em pleno desenvolvimento. O evento engrandeceu meu sábado, fez valer um final de semana produtivo. Parabéns Maria do Carmo Camarotti, mais uma Maria lutando por um mundo melhor. Bjs e sucesso sempre. (Betinha C. Fernandes, médica pediatra-hebiatra e psicoterapeuta de base analítica)

Meu sentimento foi de alegria! A ll Jornada Ciclos da Vida contribuiu muito para que, cada vez mais, a divisão do ser humano em áreas seja somente para sistematizar o conhecimento. Trocar ideias com colegas de diversas áreas reforçou a sensação de que, no cuidado do ser humano, somos todos um! Parabéns aos organizadores! (Regina Mancarei Vaz, psicóloga e psicossomaticista)

Parabéns pelo sucesso da Jornada.  Ano que vem - ou esse - tem que ter outra edição. Tudo pensado milimetricamente.  Só poderia ter sido o sucesso que foi. Mais uma vez, parabéns! (Homero Rabelo, pediatra e nutrólogo)

Enquanto estudante, pude perceber a atuação profissional de forma multi e interdisciplinar, considerando a visão de sujeito com toda a sua especificidade e de uma forma geral, sem fragmentá-lo e reduzi-lo. O evento foi muito feliz ao convidar grandes mestres e doutores dos mais diversos campos de saberes, compartilhando de sua prática, o que fez desse momento uma experiência riquíssima! (Chany Rochelly, estudante de psicologia da FACHO e estagiária de educação especial na escola DESPERTAR)

Parabenizando a equipe do Ciclos da Vida pela realização da I Jornada. O evento foi maravilhoso, desde a organização até a escolha dos temas e dos palestrantes. Espero em breve participar de outro evento pelo Ciclos. (Adriana Vieira do Nascimento Silva, psicóloga)

II Jornada Ciclos da Vida

1 Tema: Corpo e Psiquismo na Infância: diálogos interdisciplinares. Datas: 18 e 19 de março de 2016. Local: Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), Recife, Pernambuco.

O evento objetiva criar um espaço interdisciplinar, congregando profissionais das áreas de psicanálise, psicologia, medicina, fonoaudiologia, terapia ocupacional, nutrição, enfermagem, serviço social, fisioterapia e educação, para uma discussão teórico-clínica sobre as expressões de sofrimento da criança na contemporaneidade. O estilo multiprofissional da jornada no campo da saúde mental infantil caracteriza sua originalidade e importância em Pernambuco.

Programação:

18 de março de 2016, sexta–feira

13h30: Abertura, com Maria do Carmo Camarotti (coordenadora do Ciclos da Vida)
A partir das 14h:
  • Conferência "O nascimento do bebê na mente dos pais: a construção da parentalidade", com Maria Cecília Pereira da Silva (psicóloga - CRP-06/13504 - e psicanalista)
  • Mesa:  "Criança, você tem fome de que? -  Reflexões sobre transtornos alimentares na infância" Palestrantes: - Homero Rabelo (pediatra/nutrólogo) - Margarida Castro Antunes (gastropediatra) - Adriana Castro Borges (fonoaudióloga) - Regina Manicardi Vaz (psicóloga - CRP-02/12596 - e psicossomaticista)
  • Mesa: "Avaliação do desenvolvimento: para além do neuromotor" - Sophie Eickmann (neurologista do desenvolvimento e neuropediatra) - Maria do Carmo Camarotti (psicóloga - CRP-02/0679 - e psicanalista)
18h: Síntese e encerramento

19 de março de 2016, sábado

A partir das 8h30:
  • Mesa: “Como fazemos? - A prática interdisciplinar na clínica com o bebê do IMIP” Palestrantes: - Carmen Lucia Neves Guimaraes (fisioterapeuta) - Viviani Menelau (terapeuta ocupacional) - Janaina Viana (psicóloga - CRP-02/12186)
  • Mesa: "Criança, o que te aflige? - Transtornos de ansiedade, inibição e fobia na infância" Palestrantes: - Maria Teresa Padilha (psicóloga - CRP-02/8253 - e psicanalista) - Eliane Neves Baptista (psicóloga - CRP-02/2514 - e psicanalista) - Josany de Souza Alves (psiquiatra) Debatedora: Deborah Foinquinos (psicóloga - CRP-02/7195 - e psicanalista)
  • Mesa: "Criança, o que queres dizer com teu sintoma? - Expressões psicossomáticas na infância" Palestrantes: - Paula Lyra (imunoalergologista pediátrica) - Silvia Ferreira (psicóloga - CRP-02/0674 - e psicanalista) - Betinha Fernandes (pediatra/hebiatra) Debatedora: Maria Cecilia Pereira da Silva  (psicóloga – CRP-06/13504 – e psicanalista)
  • Mesa: "Criança, o que te dói? - Intervenções farmacológicas e não farmacológicas" Palestrantes: - Geisy Lima (neonatologista) - Adélia Henriques (neuropediatra) - Miriam Guerra (terapeuta ocupacional) Debatedora: Maria do Carmo Camarotti (psicóloga – CRP-02/0679 – e psicanalista)
  • Debate: "Microcefalia -  Mitos e Verdades" - Lucas Alves (neuropediatra) - Monica Coentro (pediatra) - Regina Coeli ( infectologista pediátrica)
18h: Síntese e encerramento

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Autora mirim lança livro para estimular brincadeiras com o pai

Letícia Costa tem apenas nove anos e decidiu escrever o manual quando ouviu as amigas reclamarem que seus pais eram ausentes

Letícia Costa diz que escreveu o livro para ajudar as outras crianças e famílias serem mais felizes. Foto: Arquivo Pessoal

Letícia Costa diz que escreveu o livro para ajudar as outras crianças e famílias serem mais felizes. Foto: Arquivo Pessoal

Letícia Costa Moura tem apenas nove anos, mas de tanto ouvir as amigas reclamando da ausência dos pais durante as brincadeiras em casa teve uma ideia genial. Ela dedicou as férias escolares, em janeiro passado, para um projeto ousado: escrever um manual de "Como brincar aperreando o seu pai". A ideia do livro é, segundo a própria autora, ajudar essas crianças e famílias a se tornarem mais felizes. O lançamento acontece neste sábado (11), na Livraria Leitura, do Shopping Tacaruna, às 16h.

"Muitas amigas minhas não têm o pai para dar atenção. Eu brinco muito com meu pai e é muito bom. Este livro pode ajudar as filhas e os filhos que não brincam com os seus pais a começarem a brincar, pois existe pai que não gasta tempo para brincar com os seus filhos e isso é muito triste", contou Letícia. Ela ainda lembra que este é só o primeiro passo. "É só o início das brincadeiras. Depois, cada um inventa as suas com seu próprio pai".

"Como brincar aperreando o seu pai" é dividido em dez capítulos com as brincadeiras preferidas de Letícia com o professor Geraldo Jorge Barbosa de Moura, do Departamento de Biologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, que garante que o manual não é nenhuma indireta para ele. "A gente vive em uma sociedade tão imediatista que os pais tercerizam esses momentos. Minha prioridade é minha filha. Nosso relacionamento é tão saudável que serviu de estímulo para ela escrever", esclareceu o papai.

Entre as dicas da garota, há um capítulo só sobre como convencer seu pai a fazer o que você quer, e a receita é simples. "Primeiro: deixe seu pai ficar descansado. Segundo: pule em cima dele e comece a fazer cosquinhas. Terceiro: mele a orelha dele de saliva, que é o mais legal", diz. E ela confessa que essa é sua brincadeira favorita.

Feito por uma criança para outras crianças, a obra mantém a linguagem infantil e só passou por revisões ortográficas da editora. As ilustrações e até mesmo as cores passaram pelo aval da pequena. Empolgada com a publicação, ela não esconde os planos de continuar a escrever. "Quero muito. Meu próximo livro vai ser sobre a vida dos deficientes. Eles estão nas ruas, nos ônibus, em todo lugar e passam por muitas dificuldades. Quero falar sobre isso para que as outras pessoas possam ajudar", adiantou. Em meio aos projetos grandiosos, Letícia garante que ainda não decidiu o que quer ser quando crescer. "Ainda sou muito pequena, né?", concluiu.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

ENTREVISTA// Maria do Carmo Camarotti

Apesar da notória evolução dos pais no relacionamento com os filhos, psicanalistas alertam para os riscos da ausência no desenvolvimento das crianças. Timidez excessiva, agressividade e até mesmo depressão podem ser observadas ainda na infância devido à sensação de abandono sentida. Para esclarecer sobre o assunto, o Diario entrevistou a psicanalista especializada em interação pais e crianças, professora de medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba e fundadora e coordenadora do Ciclos da Vida, Maria do Carmo Camarotti.

A relação entre pais e filhos tem melhorado de uma forma geral com o passar dos anos?

Por conta da própria criação, muitas vezes o homem não tem proximidade com os filhos, mas isso tem melhorado bastante. Eles estão mudando muito e reivindicando esse lugar de pai, mas basta fazer uma análise histórica para entender que eles não foram "treinados" para isso. Hoje, desde o início, o homem faz projeto para aquele filho. Se ele chuta bastante na barriga, já fica pensando que pode ser jogador de futebol. E isso é muito importante. O contato do pai com o filho é diferente. Ele tem um jeito diferente de pegar o bebê, tem a barba. Muitas vezes as mães, avós, sogras têm medo. Só deixam o pai pegar quando a criança está grandinha. Não deixa levar para o campo de futebol porque é perigoso, ou então faz questão de estar junto no momento deles. Não adianta deixar que esse contato só se estabeleça na adolescência. Juntos, eles se beneficiam muito.

Qual a importância da presença do pai no desenvolvimento das crianças?

Tanto o pai como a mãe tem importante papel de estruturação subjetiva. É com base nessas relações que os filhos vão se estruturando psiquicamente. O pai se inscreve na vida deles desde os primeiros tempos através dos cuidados e do contato corporal que tem com o bebê. Inicialmente, ele protege mãe e o bebê para que possam viver uma relação que é uma continuidade da vida uterina. Depois, vai ser o facilitador no processo de separação psiquíca da mãe e do filho, vai funcionar como um terceiro que coloca os limites e representa a lei. Ele lembra que a mãe também é profissional e mulher. Também facilita a criança nas suas habilidade de exploração do mundo e na sua autonomia. Um exemplo bem simples para entender melhor isso está nas brincadeiras. A mãe é sempre aquela que coloca o filho no colo, pertinho dela, o pai brinca de cavalinho. As mães tendem a proteger, os pais apresentam o filho para o mundo. Um pai presente facilita a autoestima,  o desenvolvimento cognitivo, da linguagem, as habilidades sociais e a vida emocional, isso tá provado cientificamente.

Quais os danos que a ausência do pai pode causar?

Alguns estudos apontam que ausência pode estar relacionada ao surgimento de comportamentos de risco e antissociais, dificuldade de relacionamento e há quem fale até em uso de drogas e depressão. Na parte comportamental, a criança que vive isso como um abandono pode apresentar um pouco de agressividade. E também é importante atentar para aquele pai que está presente e não está, o que deu origem ao livro da Letícia. Um pai que é ausente psiquicamente, não brinca com o filho e não dá o tempo para o filho pode causar a sensação de abandono ou sentimento de rejeição na criação.

Quais os sinais do comportamento infantil devem despertar a atenção de que algo está errado?

Alguns comportamentos indicam um pedido de ajuda. Uma criança mais tímida, mais insegura. O pai tem a função de proteção. Com ele, a criança se sente fortalecida. É uma questão da própria sociedade, não podemos fugir.

Quais as principais atitudes que podem ser tomadas para tentar melhorar a relação?

É importante ressaltar que nem sempre a função paterna é feita pelo pai. Cabe a mãe ser guardiã desse lugar e preservar a imagem dele. Ele é uma das figuras identificatórias para as crianças. Em casos de morte ou separação, muitas vezes por conta da raiva elas começam a denegrir a imagem do homem. E é a partir da relação com o pai e com a mãe que a criança vai fazer as escolhas futuras. Quando há uma desconfiança, é melhor procurar um especialista. Às vezes, não é preciso psicoterapia, mas tudo depende do grau de dificuldade. É importante que os pais fiquem alerta e comecem a dar mais atenção aos filhos. Qualidade é importante, mas quantidade também. É preciso reservar um tempinho para eles. Um especialista acompanhando a criança e os pais pode intermediar nessa relação.

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Foto: Reprodução

Rodas de Diálogo

Para expressar dificuldades, compartilhar experiências e obter esclarecimentos sobre os cuidados na educação dos filhos, o Ciclos da Vida promove Rodas de Conversa onde os mais variados temas são abordados por especialistas que trabalham com crianças. O encontro acontece neste sábado (11), a partir das 11h, na Livraria Jaqueira. Mais informações pelo telefone (81) 9649-1575 ou através do e-mail contato@ciclosdavida.com.

Fonte: Diario de Pernambuco

Depoimento de Anna Raquel Freitas sobre Rodas de Conversa

A correria do dia a dia muitas vezes atropela, em nossa rotina, a solução dos problemas relacionados à educação dos nossos filhos. Encontrar o limite sem perder os momentos de amor e ternura em dias cheios de trabalho e atribulações não e fácil. A participação no Ciclos da Vida permite que tenhamos contato com outras experiências e, o que e melhor, propicia uma rica reflexão sobre o que estamos fazendo dentro de nossas casas, sobre como estamos agindo com nossos filhos. O diferencial do Ciclos da Vida não está em dicas matemáticas sobre a educação dos nossos filhos. Disso as redes sociais estão cheias. Na verdade, a experiência do Ciclos da Vida reforça a certeza de que não há receita pronta para educar e de que quando se tem amor se chega ao melhor caminho. As diversas experiências ali expostas, as boas e as más, ajudam muito quando precisamos pensar sobre nossas escolhas e sobre nosso modo de agir. (Anna Raquel Freitas, advogada)

Depoimento de Ana Paula Leão no Dia Mundial de Conscientização do Autismo

28/05/2012 essa é a data em que mundo mudou de cor. Hoje faço um trajetória de tudo que percorremos. Do susto inicial, o choro, o medo, a angústia, a falta de chão... Mas eu não poderia ficar nesse cenário, pois nada disso iria ajudar e foi com esse pensamento que guardei todas as minhas dores e decidi lutar com você e por você.

Sabemos o quanto ainda temos que evoluir, mas isso não importa, estamos juntas e isso faz toda a diferença.

Nesse nosso mundo AZUL onde não temos espaço para a maldade, a falsidade, a falta de amor, temos que conviver com uma sociedade que ainda não entende os seus gritos, as suas birras, a sua inquietação e que lança olhares de descriminação, ao mínimo deve pensar " Que criança sem educação!". É justamente nesses momentos que olho para céu e vejo que ele é perfeito porque é azul e não me importo porque nos criticam, essa sociedade não sabe das nossas limitações e muito menos entende o quanto é puro e lindo esse MUNDO AZUL.

Creio que haverá um dia onde a sociedade saberá entender você , para isso é necessário conscientizar.

As várias idas às terapias, as incansáveis leituras sobre, a infinita sensação de que sempre posso fazer mais, tudo vale a pena, por você sou incansável. 28/05/2012 já se passaram 2 anos e oito meses, que mudaram o meu ser, não teria como não mudar diante de tanto encantamento. Você me ensinou ser uma pessoa melhor. Meus preconceitos caíram, minha vaidade se foi e minha humanidade multiplicou, somos adeptos do fazer sempre o melhor.

O nosso futuro é uma incógnita, mas estaremos juntas!

Aqueles que conosco convivem sabem que você é minha vida e por ser minha vida falo que você é AUTISTA, precisam saber para entender você. Nunca pensei em não divulgar, isso não vai resolver. Precisamos informar para que a sociedade mude os olhares.

Hoje, ainda sofro com essa insegurança, mas me encanto a cada limite superado.

Tenho um ANJO AZUL ao meu lado e isso é uma dádiva. Ainda falta muito, mas nós vamos conseguir! Eu prometo!

MARIA FLOR, meu sonho, minha filha, minha vida entre altos e baixo minha razão de viver. Sempre estarei aqui para ser tudo o que você precisar!

Obrigada, Fabio BatistaJoana D'Arc LeãoJacqueline Barros, Maria do Carmo Camarotti, Adriana CastroAna Luiza Vasconcelos, Ana Paula Rayanne, por serem para Flor o que ela precisa.

>> A Organização das Nações Unidas (ONU) decretou todo 2 de abril como sendo o Dia Mundial de Conscientização do Autismo (World Autism Awareness Day), desde 2008.

Roda de Conversa – Educar um filho: Ideais e Realidade

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Nos dias atuais, a criança está cada vez mais se confrontando com situações com as quais ainda não está preparada emocionalmente. Por um lado, há a importância de estímulos precoces favoráveis a seu desenvolvimento global. Por outro lado, há os riscos psíquicos, caso ela experimente a inoperância das regras, a inversão de papéis diante dos adultos e exigências para além de sua capacidade infantil. Os pais então se deparam com o desafio de educar suportando a diferença entre o que almejam para o filho e o que é possível oportunizar ao seu processo de subjetivação.

Acreditando que a possibilidade de expressar dificuldades, compartilhar experiências e obter esclarecimentos pode auxiliar os  pais nos cuidados e educação dos filhos, o Ciclos da Vida promove Rodas de Conversa onde os mais variados temas são abordados por especialistas que trabalham com crianças. Data: 11 abril 2015 Horário: 11h às 13h Local: Livraria Jaqueira Coordenação: Maria do Carmo Camarotti ( psicanalista) Informações e inscrições: Tathyane Silva Fone: ‪(81) 96491575‬ | 99087282

Homenagem pelo Dia da Mulher

No último sábado (07), a psicanalista e coordenadora geral do Ciclos da Vida, Maria do Carmo Camarotti, foi homenageada pelo Dia Internacional da Mulher  no evento Hora do Conta, da Livraria Jaqueira, pelo seu trabalho desenvolvido como psicanalista infantil.

Recebendo homenagem

Maria do Carmo recebendo a homenagem

Cacau Iara Vera

Com Iara Freire, gerente da livraria, e Vera Nóbrega, contadora de histórias.

Cacau e Iara

Com Iara Freire

Grupo Cartaz homenagem